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O ROTTWEILER

 

Padrão da Raça

 

ALTURA: Compreendida entre a planta da pata e o encontro do pescoço com o dorso (cernelha), é de 60 cm. a 68 cm. para os machos, e 56 cm. a 66 cm. para as fêmeas. OBS: Sabe-se que a altura média do Rottweiler brasileiro está aumentando em virtude da adaptação ao clima, e a melhoria da alimentação.

COMPRIMENTO: Deve ser medido da ponta do externo à protuberância do ísquio, não deve exceder em 15% a altura da cernelha.

CABEÇA: Crânio de comprimento médio, mantendo um espaço amplo entre as orelhas, occiptal bem desenvolvido sem ser muito saliente, stop alto protuberante e bem marcado.

NARIZ: Possui canal nasal reto, truta bem desenvolvida preferencialmente de cor escura, focinho preto com narinas dilatadas.

OLHOS: De tamanho médio amendoados, de cor castanho escuro ou marrom, profundos e pálpebras bem ajustadas.

ORELHAS: Tamanho médio, de forma triangulares, bem separadas entre si, inseridas no alto da cabeça. Voltadas para frente e caídas rente às faces de modo que cubram os orifícios auriculares, fazendo o crânio aparentar ser mais largo.

PESCOÇO: Comprimento médio, forte e de musculatura robusta, sua linha superior deve ser ligeiramente arqueada desde sua origem no ombro até a nuca. Seco, sem barbela visível e nem pele solta.

LÁBIOS e GENGIVAS: Preferencialmente escuros e aderentes ao longo da face.

MAXILARES: Superiores e Inferiores fortes e largos.

DENTIÇÃO: Deve ser forte e compacta, apresentando mordedura em forma de tesoura.

TRONCO: Dorso reto sem sela (curvatura); lombo curto e forte; garupa ligeiramente arredondada, forte, sem ser completamente plana ou muito caída; peito largo, robusto, profundo compreendendo a metade da altura da cernelha (+ ou -) com antepeito desenvolvido e costelas arqueadas sem ter formato de barril; ventre não pode ter os flancos esgalgados; cauda longa e forte.

MEMBROS ANTERIORES: Visto de qualquer lado, estando no aprumo não devem se apoiar rigidamente no solo. Os ombros devem ser largos e oblíquos, braços aderentes ao corpo. Antebraços desenvolvidos e musculosos. Pés redondos, fechados e com plantas duras e unhas escuras, curtas e fortes.

MEMBROS POSTERIORES: Vistos por trás, são retos, não muito juntos nem muito separados; coxas fortes, retas e musculosas, pernas longas e possantes dando sempre a impressão de impulsão; juntas com jarrete formam ângulos obtusos; pés mais compridos que os anteriores, fechados e arqueados com dedos fortes e sem ergots.

PELE: A pele da cabeça é bem ajustada, formando rugas quando o cão está em alerta.

PELAGEM: Cor preta com marcações de “tan” (cobre), ou canela claramente definidas. A pelagem possui duas classificações: fechadas (ausência de tan) ou abertas (presença de tan). Pêlo de comprimento médio bem assentado ao corpo sem sub-pêlo presente.

História

A origem do cão Rottweiler se perde na história pois estes animais eram criados pelo homem a centenas de anos. São várias hipóteses propostas, os alemães que o utilizam há muito tempo, asseguram que a raça é absolutamente germânica.
O nome Rottweiler é em razão das telhas de terracota usadas em uma região da Alemanha, que seus habitantes utilizavam para diferenciá-las das outras cidades. Os arqueólogos denominaram de “Das Rote Will” (a telha vermelha), lugar este que deu origem a atual Rottweil, no estado de Württemberg, um antigo centro de criação de gado. A hegemonia de Rottweil como centro de cultura e comércio consolidou-se em meados do séc. XII. Uma cidade nova, toda fortificada, construída acima do rio. Assim a segurança atraiu e desenvolveu o comércio e a criação de gado. Naturalmente foi necessária a criação de cães para conduzir o gado das pastagens até o mercado local e reconduzi-los de volta. Grande número de negociantes se dirigiam para Rottweil afim de vender seus rebanhos, e retornarem para casa com os bolsos cheios de moedas ou trocas obtidas nas negociações. Assim foi preciso criar um cão forte, corajoso e imponente para se defenderem nas estradas. Os negociantes escolheram um cão da região, conhecido por sua astúcia, inteligência e sobretudo por sua grande força e aptidão para o trabalho. O Rottweiler tornou-se assim, o companheiro inseparável dos comerciantes de gado de Rottweil, por isso ganhou o apelido de “açougueiro”(Metzgerhund).

Seus ancestrais teriam chegado à Alemanha com as legiões romanas, via Alpes Suíços. Grandes Cinófilos  dizem que o Rottweiler descenderia de um cruzamento entre cães gladiadores e vaqueiros de Berna. Ou ainda, que o Rottweiler seria um cão pastor descendente dos Mastiffs. Uma tese controversa para seus homólogos germânicos, que afirmam que este cão é um boiadeiro alemão.

O primeiro clube de criadores de Rottweilers foi criado em 13 de janeiro de 1907, denominado “Deutsche Rottweiler Klub” (DRK) em Heidelberg. O rápido reconhecimento da raça como cão policial, fez surgir o clube de cães de polícia de Hamburgo, e em 1910 o “Deutscher Polizeihund Klub” reconheceu os primeiros cães da raça. O primeiro com o nome de Max Von Der Strahlenberg e o outro de Flock Von Hamburg. Em 1914 a polícia de Munique criou a primeira escola para cães policiais (“Polizei-Hund-Schule”). Em 1924 foi publicado o primeiro livro especializado (stud book) na raça.

A rainha da Inglaterra, Elizabeth II, cria Rottweilers desde 1936, quando ganhou seu primeiro exemplar da Welsch Corgi Pembroke. No Brasil, o primeiro exemplar foi registrado somente em 1965 com a importação do cão Astor Von Der Westfallenstube, que veio da Alemanha. Deu-se início a criação deste excepcional canino no Brasil, com o aval da FCI (Fédération Cynologique Internationale) que é o órgão máximo da Cinofilia Mundial, localizado em Thuim, na Bélgica.

 

Links Importantes

 

KENNEL CLUBE RS

FERERAÇÃO CINOFOLÓGICA INTERNACIONAL

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA